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Pindolol

( Antihipertensivo e Vasoprotetor )

Formas de Administração

Uso Oral

Controlado?

Não

Tipo de Receita

Receita Simples (branca, 1 via)

Manipulado

cápsulas

Hipertensão; Angina pectoris (prevenção de crises); Taquicardia sinusal e atrial, taquicardia paroxística, taquicardia em pacientes com flutter atrial ou fibrilação,extrassístoles supraventriculares; Síndrome cardíaca hipercinética.

Como usar?

A dose deve ser adaptada às necessidades individuais do paciente. Posologia Hipertensão Doses de 5 a 15 mg podem ser administradas como dose única pela manhã. Doses de 20 mg devem ser divididas em 2 ingestões diárias. Angina pectoris (dor no peito) e arritmias cardíacas (taquicardia) A dose diária de 10-30 mg é normalmente dividida em 2 ou 3 ingestões. Síndrome cardíaca hipercinética Administrar 10 a 20 mg ao dia. Populações especiais  Insuficiência renal / hepática Pacientes com insuficiência renal ou hepática podem ser tratados com doses normais. Somente em casos graves pode ser necessária uma redução da dose diária. Pacientes pediátricos Uma vez que a eficácia e a segurança de Pindolol (substância ativa) não foram estabelecidas em crianças, Pindolol (substância ativa) não é indicado para crianças. Pacientes geriátricos Não existe evidência de que os pacientes geriátricos necessitam de doses diferentes, porém os mesmos devem ser tratados com cautela. Interrupção do tratamento O tratamento com Pindolol (substância ativa) não deve ser interrompido repentinamente, especialmente em pacientes com doença isquêmica do coração. Para evitar a piora da angina pectoris, a dosagem deve ser gradualmente reduzida ao longo de 1 a 3 semanas e, se necessário, um tratamento substituto deve ser iniciado ao mesmo tempo.

Restrições de uso

Uso Adulto

Interações previstas resultando em uso concomitante não recomendado Inibidores da monoamina oxidase (MAO) O uso simultâneo com betabloqueadores não é recomendado. Teoricamente, pode ocorrer hipertensão, possivelmente significativa, até 14 dias após a descontinuação do inibidor da MAO. Interações previstas a serem consideradas Agentes antidiabéticos Betabloqueadores podem interferir na resposta hemodinâmica normal à hipoglicemia e produzir um aumento da pressão arterial associada à bradicardia grave. Embora a importância clínica destes efeitos com pindolol (substância ativa) seja provavelmente pequena na maioria dos pacientes diabéticos, os betabloqueadores devem ser evitados em pacientes diabéticos instáveis propensos a episódios de hipoglicemia. Agentes bloqueadores dos canais de cálcio A experiência mostra que o uso simultâneo de betabloqueadores orais e antagonistas do cálcio do tipo diidropiridínico pode ser útil na hipertensão ou na angina pectoris. No entanto, por causa de seu efeito potencial sobre o sistema de condução e contratilidade cardíaca, a via i.v. deve ser evitada. O tratamento oral requer monitoração cuidadosa, especialmente quando o betabloqueador for combinado com um antagonista do cálcio do tipo verapamil. A possibilidade de redução acentuada da pressão arterial durante a administração concomitante de derivados diidropiridínicos, como o nifedipino, com pindolol (substância ativa) em pacientes com insuficiência cardíaca latente não pode ser excluída. Agentes antiadrenérgicos Os efeitos anti-hipertensivos de bloqueadores alfa-adrenérgicos, tais como guanetidina, betanidina, reserpina, alfametildopa ou clonidina podem ser potencializados por betabloqueadores. Quando se interrompe a terapia de pacientes que recebem um betabloqueador e a clonidina simultaneamente, os betabloqueadores devem ser descontinuados gradativamente alguns dias antes da descontinuação da clonidina, a fim de reduzir o risco potencial de uma crise hipertensiva por abstenção da clonidina. Anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) A administração concomitante de AINEs, incluindo inibidores da COX-2, com betabloqueadores, pode diminuir o efeito anti-hipertensivo, possivelmente como resultado da inibição da síntese da prostaglandina renal e da retenção de sódio e líquidos causada pelos AINEs. Fenotiazinas O uso simultâneo com betabloqueadores pode resultar em concentração plasmática aumentada de qualquer um dos medicamentos. Medicamentos simpatomiméticos A administração concomitante de medicamentos simpatomiméticos como a adrenalina, noradrenalina, isoprenalina, efedrina, fenilpropanolamina fenilefrina, ou derivados de xantina com um betabloqueador não seletivo pode aumentar a resposta vasopressora resultando em hipertensão, devido a efeitos antagônicos, além disso, os betabloqueadores podem diminuir a depuração da teofilina. Agentes anestésicos Betabloqueadores e certos anestésicos podem ser aditivos em seus efeitos cardiodepressores. No entanto, o uso continuado de betabloqueadores durante a anestesia reduz o risco de arritmias cardíacas e hipertensão. É aconselhado evitar o uso de agentes anestésicos que causam depressão do miocárdio, tais como ciclopropano e tricloroetileno. Agentes antiarrítmicos A administração concomitante de betabloqueadores com agentes antiarrítmicos classe I como a disopiramida, tocainida, flecainida, ou amiodarona pode ter efeito potencializador no tempo de condução atrial e induzir efeito inotrópico negativo. Embora este efeito potencializador seja fraco para o pindolol (substância ativa), a possibilidade de interação com agentes antiarrítmicos não pode ser eliminada. Glicosídeos digitálicos Betabloqueadores e glicosídeos digitálicos podem ser aditivos em seu efeito depressor sobre a condução do miocárdio, em especial através do nó atrioventricular, resultando em bradicardia ou bloqueio cardíaco. Alcaloides do Ergot A administração concomitante com betabloqueadores pode aumentar a ação vasoconstritora dos alcaloides do Ergot. Cimetidina A cimetidina é um inibidor moderado de múltiplas enzimas do citocromo, tais como CYP2D6, CYP3A4, CYP2C19, CYP2E1, CYP2C9 e CYP1A2. A administração concomitante de cimetidina pode inibir o metabolismo hepático do pindolol (substância ativa), resultando em concentrações plasmáticas aumentadas de pindolol (substância ativa).

Contraindicação

Hipersensibilidade ao pindolol, ou a qualquer um dos excipientes ou sensibilidade cruzada com outros betabloqueadores; Asma brônquica, histórico de broncoespasmo e doença pulmonar obstrutiva crônica; Insuficiência cardíaca descompensada; Cor pulmonale; Bradicardia (< 45 - 50 batimentos/minuto); Bloqueio atrioventricular de 2º ou 3º graus; Angina de Prinzmetal (angina variante); Choque cardiogênico; Síndrome da doença sinusal; Graves distúrbios circulatórios arteriais periféricos; Feocromocitoma não tratado. 

Observações

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Efeitos Colaterais

As reações adversas a seguir são, na maioria dos casos, leves e transitórias e a necessidade de interrupção da terapia com Pindolol (substância ativa) raramente é observada. Estas reações adversas são derivadas de experiência pós-comercialização com Pindolol (substância ativa). Devido ao fato destas reações terem sido relatadas voluntariamente por uma população de tamanho incerto, não é possível estimar confiavelmente sua frequência que é, portanto, classificada como desconhecida. As reações adversas são listadas de acordo com classes de sistemas de órgãos MedDRA. Dentro de cada classe do sistema de órgão, as reações adversas ao medicamento são apresentadas em ordem decrescente de gravidade. Reações adversas a medicamento (frequência desconhecida): Distúrbios psiquiátricos Distúrbios do sono (similares aos observados com outros betabloqueadores), depressão, alucinação. Distúrbios do sistema nervoso Tremor, tontura, cefaleia. Distúrbios cardíacos Bradicardia, distúrbios de condução, insuficiência cardíaca. Distúrbios vasculares Hipotensão, sintomas de distúrbios vasculares periféricos (extremidades frias), sintomas semelhantes à síndrome de Raynaud. Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais Broncoespasmo e dispneia. Distúrbios gastrintestinais Distúrbios gastrintestinais (principalmente náuseas). Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo Reações cutâneas, hiperidrose, piora da psoríase. Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Cãimbras musculares. Distúrbios gerais e condições no local de administração Fadiga. Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Bibliografia

Base de dados interna