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Ivermectina

( Pele e Antiparasitário )

Formas de Administração

Uso Oral

Controlado?

Não

Tipo de Receita

Receita Simples (branca, 1 via)

Manipulado

cápsulas

Este medicamento é destinado ao tratamento de: Estrongiloidíase intestinal: infecção causada por parasita nematoide Strongyloides stercoralis. Oncocercose: infecção causada por parasita nematoide Onchocerca volvulus. NOTA: a ivermectina não possui atividade contra parasitas Onchocerca volvulus adultos. Os parasitas adultos residem em nódulos subcutâneos, frequentemente não palpáveis. A retirada cirúrgica desses nódulos (nodulotomia) pode ser considerada no tratamento de pacientes com oncocercose, já que esse procedimento elimina os parasitas adultos que produzem microfilárias. Filariose: infecção causada por parasita Wuchereria bancrofti. Ascaridíase: infecção causada por parasita Ascaris lumbricoides. Escabiose: infestação da pele causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei. Pediculose: dermatose causada pelo Pediculus humanus capitis.

Como usar?

Conforme indicação médica.

Restrições de uso

Uso Adulto e Pediátrico acima de 5 anos ou com mais de 15 kg. Uso Veterinário.

Não há relatos sobre interações medicamentosas com a ivermectina; no entanto, deve ser administrada com cautela a pacientes em uso de drogas que deprimem o Sistema Nervoso Central.

Contraindicação

Em casos de hipersensibilidade ao medicamento. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com meningite ou outras afecções do Sistema Nervoso Central que possam afetar a barreira hematoencefálica, devido aos seus efeitos nos receptores GABA-érgicos do cérebro. Este medicamento é contraindicado para uso por crianças com menos de 15kg ou menores de 5 anos.

Observações

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Efeitos Colaterais

As reações adversas são, em geral, de natureza leve e transitória. Durante o tratamento com podem ocorrer raramente as seguintes reações: diarreia e náusea, astenia, dor abdominal, anorexia, constipação e vômitos. Relacionadas ao sistema Nervoso Central podem ocorrer: tontura, sonolência, vertigem e tremor. As reações epidérmicas incluem: prurido, erupções e urticária. As reações do tipo Mazzotti e oftálmicas, associadas ao tratamento da oncocercose ou à própria doença, não devem ser esperadas em pacientes com estrongiloidíase tratados com Ivermectina. Oncocercose: As reações de hipersensibilidade resultantes da morte das microfilárias após o tratamento com ivermectina provocam sintomas de reação do tipo Mazzotti: artralgia/sinovite, dor abdominal, aumento e sensibilidade dos nódulos linfáticos, principalmente os nódulos axilares, cervical e inguinal; prurido, edema, erupções, urticária e febre. Reações oftálmicas durante o tratamento da oncocercose são raras e podem estar ligadas à doença. Estes efeitos secundários após o tratamento com ivermectina, podem ser: sensação de anormalidades nos olhos, edema de pálpebra, uveíte anterior, conjutivite, limbite, queratite e coriorretinite ou coroidite. Raramente elas podem tornar-se graves ou são associadas com perda de visão e, de forma geral, são resolvidas sem a necessidade de tratamento com corticosteroides. Gerais: As seguintes reações adversas foram relatadas com o uso da droga: Edema facial e periférico, hipotensão ortostática e taquicardia. Cefaleia e mialgia relacionadas à droga ocorreram em menos de 1% dos pacientes. A hipotensão (principalmente a hipotensão ortostática) e a exacerbação da asma brônquica foram relatadas desde a comercialização da droga em vários países. Alterações em testes de laboratório: foram relatadas as seguintes anormalidades em testes de laboratório durante as experiências com o medicamento: eosinofilia transitória, elevação das transaminases e aumento da hemoglobina (1%). Leucopenia e anemia foram verificadas em um paciente.

Bibliografia

1. http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=3476152015&pIdAnexo=2584158