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Itraconazol

( Antifúngico )

Formas de Administração

Uso Oral

Controlado?

Não

Tipo de Receita

Receita Simples (branca, 1 via)

Manipulado

Cápsulas

O itraconazol é indicado no tratamento de infecções fúngicas (micoses) dos olhos, boca, unhas, pele, vagina e órgãos internos.

Como usar?

Conforme orientação médica.

Restrições de uso

Uso Adulto

Medicamentos que nunca devem ser tomados enquanto você utilizar itraconazol: - terfenadina, astemizol e mizolastina, usados para alergia; - bepridil, felodipino, nisoldipino, lercanidipino, ivabradina, ranolazina, eplerenona, usados para tratar angina (sensação de aperto ou dor no peito) ou hipertensão (pressão alta); - ticagrelor, usado para diminuir a coagulação sanguínea; - cisaprida, um medicamento utilizado para certos problemas digestivos; - sinvastatina e lovastatina, que diminuem o colesterol; - midazolam (oral) e triazolam, que são comprimidos para dormir; - lurasidona, pimozida e sertindol, usados para distúrbios psicóticos; - levacetilmetadol (levometadil) e metadona, usados para tratar dor intensas ou para dependência química; - halofantrina, usado para tratar malária; - irinotecano, um medicamento contra o câncer; - di-hidroergotamina ou ergotamina (chamados alacaloides do Ergot), usados no tratamento da enxaqueca; - ergometrina (ergonovina) ou metilergometrina (metilergonovina), (chamados de alacaloides do Ergot), usados para controlar o sangramento e manter a contração uterina após o parto; - disopiramida, dronedarona, quinidina e dofetilida, usados para tratar irregularidades do batimento cardíaco; - domperidona, usado para tratar náusea e vômito; - colchicina, usado para tratar a gota; - fesoteridina ou solifenacina, quando usados para tratar bexiga irritada; - telitromicina, que é um antibiótico. Medicamentos que podem diminuir a ação de itraconazol: - carbamazepina, fenitoína e fenobarbital, usados para tratar epilepsia; - rifampicina, rifabutina e isoniazida, usados para tratar tuberculose; - efavirenz e nevirapina, usados para tratar HIV/AIDS. Portanto, você sempre deve informar ao seu médico se estiver usando qualquer um destes medicamentos para que medidas apropriadas possam ser adotadas. Após o término do tratamento com qualquer um destes medicamentos, você deve aguardar pelo menos duas semanas antes de tomar itraconazol.

Contraindicação

-

Observações

-

Efeitos Colaterais

Reações adversas relatadas por ≥1% dos pacientes tratados com itraconazol cápsulas em estudos clínicos: Distúrbios do sistema nervoso: Dor de cabeça. Distúrbios gastrintestinais: Náusea, dor abdominal. Reações adversas relatadas por < 1% dos pacientes tratados com itraconazol cápsulas em estudos clínicos: Infecções e infestações: Rinite (inflamação do nariz), sinusite (inflamação dos seios paranasais), infecção do trato respiratório superior. Distúrbios do sistema linfático e do sangue: Leucopenia (redução no número de leucócitos, que são células do sangue). Distúrbios do sistema imunológico: Hipersensibilidade (alergia). Distúrbios do sistema nervoso: Disgeusia (diminuição do senso do paladar), hipoestesia (perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo), parestesia (sensações anormais de formigamento, picada, queimadura) não causadas por estímulo exterior ao corpo. Distúrbios do ouvido e do labirinto: Tinido. Distúrbios gastrintestinais: Constipação, diarreia, dispepsia (dificuldade de digestão), flatulência, vômito. Distúrbios hepatobiliares: Função hepática anormal, hiperbilirrubinemia (concentração anormalmente alta de bilirrubina no sangue). Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: Coceira, erupção cutânea, urticária (placas avermelhadas na pele que causam muita coceira e/ou sensação de queimação). Distúrbios urinários e renais: Polaciúria (aumento da frequência urinária). Distúrbios das mamas e do sistema reprodutivo: Disfunção erétil, distúrbio da menstruação. Distúrbios gerais e condições no local de administração: Edema (inchaço). Experiência pós-comercialização Em adição às reações adversas relatadas durante os estudos clínicos e listadas anteriormente, as seguintes reações adversas foram relatadas durante a experiência pós-comercialização: Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do sistema imunológico: Doença do soro, edema angioneurótico (inchaço generalizado), reação anafilática. Distúrbios metabólicos e nutricionais: Hipertrigliceridemia (aumento de triglicérides no sangue). Distúrbios do sistema nervoso: Tremor. Distúrbios oftalmológicos: Distúrbios visuais (incluindo visão dupla e visão turva). Distúrbios do ouvido e do labirinto: Perda transitória ou permanente da audição. Distúrbios cardíacos: Insuficiência cardíaca congestiva Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: dispneia (falta de ar). Distúrbios gastrintestinais: Pancreatite (inflamação do pâncreas). Distúrbios hepatobiliares: Hepatotoxicidade grave (incluindo alguns casos de insuficiência hepática aguda fatal). Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo: Necrólise epidérmica tóxica (reações cutâneas graves que acometem a pele e a membrana mucosa), síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave do organismo a um medicamento ou uma infecção), pustulose exantemática generalizada aguda (reação alérgica grave do organismo a um medicamento caracterizado pelo aparecimento de pústulas), eritema multiforme (inflamação da pele, caracterizada por lesões avermelhadas, vesículas e bolhas), dermatite esfoliativa (inflamação grave na pele caracterizada por vermelhidão e descamação da pele), vasculite leucocitoclástica, alopecia (queda de cabelo), fotossensibilidade

Bibliografia

1. http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=24935542016&pIdAnexo=4022942