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Hidroxicloroquina Sulfato

( Antireumáticos e Antiparasitário )

Formas de Administração

Uso Oral

Controlado?

Não

Tipo de Receita

Receita Simples (branca, 1 via)

Manipulado

Cápsulas

Sulfato de hidroxicloroquina possui diversas ações farmacológicas, tais como interferência com a atividade enzimática, ligação ao DNA, inibição da formação de prostaglandinas, ruptura das células dos protozoários e possível interferência no aumento de produção de células de defesa. Em doenças reumáticas sua função é a inibição da interação antígeno-anticorpo, a inibição da síntese de interleucina-1 (IL-1) e da degradação da cartilagem induzida por esta citocina, além de inibir as funções lisossomais dos fagócitos e dos macrófagos. Indicado para o tratamento de: afecções reumáticas e dermatológicas (reumatismo e problemas de pele); artrite reumatoide (inflamação crônica das articulações); artrite reumatoide juvenil (em crianças); lúpus eritematoso sistêmico (doença multissistêmica); lúpus eritematoso discoide (lúpus eritematoso da pele); condições dermatológicas (problemas de pele) provocadas ou agravadas pela luz solar. Malária (doença causada por protozoários): Tratamento das crises agudas e tratamento supressivo de malária por Plasmodium vivax, P.ovale, P.malariae e cepas (linhagens) sensíveis de P.falciparum (protozoários causadores de malária). Tratamento radical da malária provocada por cepas sensíveis de P.falciparum.

Como usar?

Sulfato de hidroxicloroquina deve ser tomado durante uma refeição, ou com um copo de leite. O médico irá definir a melhor posologia de acordo com a doença a ser tratada. Geralmente, as dosagens variam de 200 a 800mg/dia.

Restrições de uso

Uso adulto e pediátrico acima de 6 anos

Sulfato de hidroxicloroquina pode aumentar os níveis de digoxina (medicamentos para o coração) no plasma (sangue). Pode aumentar os efeitos do tratamento hipoglicêmico (diminuição da taxa de açúcar no sangue), sendo necessária uma diminuição nas doses de insulina ou drogas antidiabéticas. A hidroxicloroquina pode diminuir o limiar convulsivo. A coadministração de hidroxicloroquina com outros antimaláricos conhecidos por baixarem o limiar convulsivo (por exemplo, mefloquina) pode aumentar o risco de convulsões. Tal como para a cloroquina, os antiácidos (medicamentos para o estômago) podem reduzir a absorção do hidroxicloroquina, sendo aconselhável observar um intervalo de 4 horas entre a administração do hidroxicloroquina e de antiácidos. Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Contraindicação

Sulfato de hidroxicloroquina é contraindicado em pacientes com alergia aos componentes da fórmula, aos derivados da 4-aminoquinolina e pacientes que apresentam maculopatias pré-existentes (distúrbios visuais). Só o médico pode decidir sobre o uso de hidroxicloroquina durante a gravidez e amamentação. Este medicamento é contraindicado para menores de 6 anos.

Observações

“SULFATO DE HIDROXICLOROQUINA É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA” VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Siga SEMPRE as orientações do seu médico. Evite a auto-medicação. “SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO”.

Efeitos Colaterais

As reações adversas mais comuns descritas são: anorexia, dor abdominal, náusea, mudança rápida de humor (labilidade), urticária, erupção cutânea, coceira, dor de cabeça, visão borrada,

Bibliografia

PLAQUINOL. Laboratório Sanofi Aventis. Bula do medicamento. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/index.asp. Acesso em junho de 2017.