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Glimepirida

( Antidiabéticos )

Formas de Administração

Uso Oral

Controlado?

Não

Tipo de Receita

Receita Simples (branca, 1 via)

Manipulado

cápsulas

Glimepirida é indicada para o tratamento oral de diabetes mellitus não insulino-dependente (Tipo 2 ou diabetes do adulto), quando os níveis de glicose não podem ser adequadamente controlados por meio de dieta alimentar, exercícios físicos e redução de peso. Glimepirida pode ser associada a outros antidiabéticos orais que não estimulam a secreção de insulina, como a metformina. Glimepirida pode ser associada à metformina quando os níveis glicêmicos (níveis de açúcar no sangue) não podem ser adequadamente controlados por meio de dieta alimentar, exercícios físicos e uso de glimepirida ou metformina em monoterapia (uso de apenas um medicamento). Glimepirida também pode ser utilizada em associação com insulina.

Como usar?

Conforme orientação médica

Restrições de uso

Uso Adulto

A Glimepirida é metabilizada pelo citocromo P-450 2C9. Deve-se levar em consideração tal fato, quando a Glimepirida for concomitantemente administrada a indutores (como a rifampicina) ou inibidores (como o fluconazol) do CYP2C9. Potencialização do efeito hipoglicemiante e, portanto, em alguns casos, pode ocorrer hipoglicemia quando um dos seguintes fármacos é administrado: insulina ou outro antidiabético oral, cloranfenicol, ciclofosfamidas, fenfluramina, fibratos, guanetidina, inibidores da MAO, ácido para-aminosalicílico, fenilbutazona e oxifembutazona, probenecida, salicilatos, antibióticos sulfonamídicos, tritoqualina, fluconazol, inibidores da ECA, esteróides anabolizantes e hormônios sexuais masculinos, derivados cumarínicos, disopiramida, fenilramidol, fluoxetina, ifosfamida, miconazol, pentoxifilina (uso parenteral em doses elevadas), azapropazona, quinolonas, sulfimpirazona, tetraciclinas, trofosfamida. Redução do efeito hipoglicemiante e, portanto, ocorrência de hiperglicemia quando um dos seguintes fármacos são administrados: acetazolamida, corticosteróides, diuréticos, glucagon, ácido nicotínico (em doses elevadas), fenotiazínicos, rifampicina, barbitúricos, diazóxido, epinefrina (adrenalina) e outros agentes simpatomiméticos, laxantes (após uso prolongado), estrogênios e progestagênios, fenitoína e hormônios da tireóide Antagonistas de receptores H2, beta-bloqueadores, clonidina e reserpina podem induzir tantoa potencialização quanto a diminuição do efeito hipoglicemiante da Glimepirida. Sob influência de fármacos simpatolíticos, como beta-bloqueadores, clonidina, guanetidina e reserpina, os sinais da contra-regulação adrenérgica para hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes. Tanto a ingestão crônica como a aguda de álcool podem potencializar ou diminuir a ação hipoglicemiante de Glimepirida de maneira imprevisível. O uso de Glimepirida pode potencializar ou diminuir os efeitos dos derivados cumarínicos.

Contraindicação

É contra-indicado o uso do produto em pacientes que apresentam hipersensibilidade a Glimepirida ou a outras sulfoniluréias, derivados sulfonamídicos.. A Glimepirida é contra-indicada durante a gravidez e lactação.

Observações

-

Efeitos Colaterais

-Hipoglicemia: Como resultado da ação de redução da glicose sangüínea do Glimepirida, pode ocorrer hipoglicemia, que, com base no que se conhece das outras sulfoniluréias, pode ser prolongada. Possíveis sintomas de hipoglicemia incluem cefaléia, excesso de apetite, náusea, vômitos, fadiga, insônia, alteração do sono, inquietação, agressividade, prejuízo da concentração, alteração das reações e do estado de alerta, depressão, confusão, alterações na fala, afasia, alterações visuais, tremor, paresias, alterações sensoriais, tontura, sensação de abandono, perda do auto-controle, delírio, convulsões, sonolência e perda da consciência, podendo evoluir para coma, dificuldade de respiração e bradicardia.

Bibliografia

1. http://www.medicinanet.com.br/bula/7664/glimepirida.htm 2. http://www.ache.com.br/arquivos/Glimepirida-comprimido-18-10-2016.pdf