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Flunarizina

( Vasodilatadores )

Formas de Administração

Uso Oral

Controlado?

Não

Tipo de Receita

Receita Simples (branca, 1 via)

Manipulado

cápsula

1. Profilaxia e tratamento de distúrbios circulatórios cerebrais. No tratamento de sintomas como: alterações de memória, confusão mental, distúrbios do sono, dificuldade de concentração. Aterosclerose cerebral, sequelas funcionais pós-traumas cranioencefálicas. 2. Profilaxia e tratamento de distúrbios circulatórios na porção periférica-claudicação intermitente, deficiência circulatória de extremidades, doença de Raynaud, tromboangeíte obliterante, angiopatia diabética. 3. Distúrbios do equilíbrio, tais como: vertigens, tonturas, síndrome de Ménière, labirintopatias. 4. Profilaxia da enxaqueca. É um medicamento com ação vasodilatadora

Como usar?

conforme orientação médica

Restrições de uso

Uso adulto

1) Amiodarona: essa combinação pode tornar o ritmo sinusal mais lento e piorar bloqueios átrio-ventriculares. 2) Beta-bloqueadores: esta alteração pode causar hipotensão, bradicardia e piorar a performance cardíaca pois reduz a contratilidade e diminuir a condução atrio-ventricular. 3) Carbamazepina: a Flunarizina aumenta a concentração sérica e facilita a intoxicação pela carbamazepina. 4) Fentanil: esta associação pode causar hipotensão grave. 5) Antiinflamatórios não-hormonais: esta associação aumenta o risco de hemorragia gastrintestinal. 6) Anticoagulantes orais: aumenta o risco de hemorragia gastrintestinal. 7) Rifampicina: diminui a concentração sérica da Flunarizina. 8) Saquinavir: diminui o metabolismo da Flunarizina, aumentando sua concentração sérica e facilitando a ocorrência de intoxicação. 9) Álcool e depressores do SNC: a Flunarizina pode potencializar os efeitos do álcool e dos depressores do sistema nervoso central, especialmente no início do tratamento.

Contraindicação

Hipersensibilidade conhecida ao dicloridrato de flunarizina ou cinarizina. Não deve ser usado na fase aguda de um acidente vascular cerebral e durante o período de amamentação. Em pacientes portadores de cardiopatias descompensadas, doenças infecciosas graves e depressões severas, não é recomendada a administração deste medicamento.

Observações

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Efeitos Colaterais

Sistema nervoso central Sedação leve é o efeito colateral mais comum com o uso da flunarizina. Cefaléia, insônia, astenia, depressão, irritabilidade, baixa concentração e sensação de cabeça leve podem ocorrer, porém são pouco comuns e mesmo raros nos tratamentos com baixas dosagens. Os efeitos extrapiramidais incluem parkinsonismo, acatisia, discinesia oro-facial, torcicolo agudo e tremor facial. São mais comuns nos indivíduos acima de 65 anos, com tremor essencial ou história de tremor essencial na família, com doença de parkinson, e nos tratamentos prolongados. Os sintomas melhoram com a interrupção do tratamento em um intervalo de tempo variável, de 2 semanas a 6 meses. Em casos raros pode ocorrer depressão com ideação suicida em pacientes predispostos, assim como pesadelos e alucinações. Efeitos hematológicos Pode causar porfiria segundo dados obtidos com animais, e tromboflebite. Efeitos gastrintestinais Menos de 1% dos pacientes tratados com flunarizina podem apresentar náuseas, epigastralgia e boca seca. Pode haver ganho de peso de 2 a 4 kg. Hipertrofia gengival já foi descrita e é rara. Outros Borramento visual, diplopia, eritema multiforme.

Bibliografia

1. http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=10145802015&pIdAnexo=2956400